Eu estava meio ausente do mundo blogueiro. Peço desculpas se alguém ainda lê isso aqui, mas é que eu tava meio desmotivado e a escola anda tomando boa parte do meu tempo, quase nunca tenho o tempo para parar e escrever. Porém, nesses dias que eu estive ausente do blog os pensamentos ainda pautavam muitos rascunhos e ainda me faziam refletir bastante, tais como globalização, escolhas, errar e o erro e outros.
Agora eu quero voltar a escrever no blog, vou deixar o workjoah de lado e vou continuar neste novo, é bom mudar de vez em quando. Nos últimos dias muita coisa anda acontecendo, no último mês sendo mais especifico, eu acho que eu decidi (finalmente) o que eu quero, ou por enquanto eu acho que é o que eu quero, mas depois de mudar muito, resolvi escolher o que poderia ser melhor para mim.
Conversando com algumas pessoas, eu tava vendo como as coisas acontecem e a gente nem dá bola para o que acontece, para as fases da nossa vida. O que vou falar já é batido, todo mundo já ouviu do chavão – Viva Intensamente – ou do famoso “Carpe Diem” dos árcades literários. Esse estilo de vida de viver intensamente é aproveitar a sua vida, viver e não apenas existir, aproveitar as bobeiras e os momentos sérios, viver a sua vida e não apenas uma personagem coadjuvante no seu filme.

Eu estava mexendo em alguns papéis nas minhas coisas, vendo meus antigos blogs e flogs (não vou passar pra ninguém) e vi como a vida muda, como nós mudamos, as pessoas, as situações, mudamos em tudo, no jeito da escrita, de se vestir, de se comportar. Claro, crescemos… nunca seremos o mesmo de ontem e amanhã será diferente de hoje. E a graça da vida é essa! Imagina!? Se tudo fosse igual, se todos fossem iguais… seria bem diferente.
Como cristão eu não poderia de deixar de citar o texto de Eclesiastes, em que o autor faz recomendações sobre aproveitar os dias, nos versículos 9 e 10 do 11 e no versículo 1 do 12. Alegrar-se nos dias da juventude, andar pelos caminhos que satisfazem o nosso coração e agradam os nosso olhos, sabendo que Deus pedirá conta, afastar nosso coração do desgosto e do que nos traz dor, além de fazer ressalvas da vaidade na juventude.
Mas no capítulo 12, que eu gosto mais, fala para lembrarmos de Deus nos dias da mocidade, antes que venham os dias em que não vamos estar bem, e cheguem os anos que vamos dizer que não temos prazer neles. O conselho é de aproveitarmos a nossa vida, aproveitarmos cada momento, para não termos remorso ou angústia de não ter aproveitado cada momento como deveria. Como a música “Bons Tempos” diz, – Viver o tempo bom é o que você precisa pra ser feliz – Viver os tempos bons, para que possamos nos recordar deles com alegria.
Das coisas que fazemos, das atitudes que tomamos, pensar se elas valerão a pena; e viver, o hoje, o amanhã, cada um no seu dia, pois para tudo há um tempo determinado e tempo de plantar e colher, de rir e chorar, para tudo vai ter um tempo de acontecer.
Viver o carpe diem, viver a sua vida, viver e ser feliz, independente do que está acontecendo, aproveitar cada momento como se fosse único, e que você é capaz de viver e fazer a sua felicidade.

Abraços e até mais,
João V.

Ps: Eu já falei sobre isso em outro post, vou linkar ele aqui. http://workjoah.wordpress.com/2008/05/27/carpe-diem/

3 Respostas para “De volta (quem sabe…)”

  1. Nádia disse

    A promessa de “vida em abundância”, é o Viver Intensamente de Deus!

  2. João O. disse

    Bom texto JV !

  3. Letícia disse

    As vezes agente não vive tudo com a intensidade que deveria porque estamos sempre reclamando de tudo.
    Nos esquecendo que sempre há motivos para sorrir.
    E.. sobre viver cada coisa no seu tempo. É a “maldita” ansiedade. De viver tudo antes.
    Mas,tudo é “segura nas Mãos de Deus,e vaaaai”

    falô

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